





INÍCIO 7:40 h FINAL 18:06 h
ODO ini 9159 ODO final 9204
RT 4:45:54
AVG 10.1
MAX 46.0
DST 45
A estrada estava em péssimas condições com muitas decidas em que tive que segurar nos dois freios e meter os pés no chão. Neste dia ganhei a minha primeira queda que me deixou as marcas dos dentes da cora gravados na minha coxa, logo depois que eu cai, apareceu um pau de arara (caminhão adaptado para o transporte de passageiros) e o motorista perguntou se eu estava com algum problema e se estava precisando de alguma coisa. Senti que estava sendo protegido e após agradecer, eu coloquei o guidon no lugar pois ele ficou muito torto.
Subir algumas ladeiras (na verdade autênticos paredões) só empurando a bicicleta, pois as pedras são soltas e mesmo se empurrando a pé é muito difícil, pois se escorrega constantemente e o risco de se cair é muito grande, além disso ainda tem o fator calor e a sede que são terríveis, a temperatura chega facilmente a mais de cinqüenta graus e a sudorese é muito intensa sendo que não se consegue água com facilidade pois os vazios demográficos são enormes e as vezes a gente chega a pedalar até 20 Km sem encontrar um único morador nas margens da estrada, o jeito foi apelar e levantar a garrafa para os poucos motoristas que passavam e dessa meneira indicar que se estava sem água, em vias de regra alguém acaba parando e te dando água.
Cheguei numa localidade chamada Carnot e lá ganhei hospedagem numa casa de madeira que tinha sido alugada por trabalhadores da estrada que tinham me visto ao longo do caminho.
Tomei um banho, comprei um refrigerante de um litro e meio e fui numa lanchonete que tinha uma placa escrita FAST FOOD, pedi um cheesburger e fui dormir.























