ODO ini 9042 ODO final 9107
RT 4:38:36
AVG 13.9
MAX 64
DST 64.74

São 6:30 h da manhã e um forte nevoeiro cobria a estrada.
Está hora de começar
Nesse primeiro dia eu andei em 58 Km de asfalto 6 Km em estrada de terra, tanto o trecho de asfalto como o de terra apresentam um alto grau de dificuldade devido o continuo sobe e desce com subidas e descidas muito ingremes.

Uma bela estrada muito bem asfaltada e com um acostamento de primeira qualidade, é tudo o que um cicloturista pode querer.
O calor é intenso e logo, logo se perde uma grande quantidade de líquido que precisa ser reposto.

Na foto, o amigo Antônio Leandro de Oliveira um dos muitos moradores que tão generosamente me receberam e me deram água.
É pena que o que é bom dura pouco, logo o asfalto acabou.

O trecho de terra estava apenas começando e ele ainda vai me acompanhar por vários dias, me apresentando a cada trecho as suas ladeiras as quais eu chamei de madrastas, com as suas subidas enormes.

Placa advertindo que se está em território indígna.
Na parte que pertence aos índios as matas está muito mais bem preservada (praticamente intacta). Depois ainda dizem que nós somos civilizados...
Às 17:38 h eu cheguei na aldeia Aruña.

Índios Caripunas da Aldeia Aruña.
É uma aldeia de índios Caripunas e tem a peculiariedade de ser comandada por uma mulher, a Cacique Creuza.

Graças a generosidade da Cacique Creuza, eu pude passar a noite na aldeia e no outro dia após tomar um banho no igarapé que estava gelado, eu meti novamente o pé na Estrada.
Pedi autorização dela para passar a noite e após uma certa resistência por parte dela, ela convocou o conselho da tribo e finalmente fui aceito como hóspede deles. Fui tomar um gostoso banho de igarapé, preparei a minha comida e armei a rede para dormir.

Local onde passei a noite
Finalmente tinha acabado o primeiro dia da minha viagem e estava mais morto do que vivo de tão cansado que estava, mas isso era apenas o começo.

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